Ta faltando dar uma satisfação…

Pelo que vocês estão vendo, há muitos dias que eu não posto no blog. Essas últimas semanas tem sido uma loucura e minha rotina mudou completamente – não só por causa do  novo emprego.

Daqui uns dias eu posso explicar tudo com detalhes, mas envolve mudar de apartamento e otras cositas más. Quem viver verá! 😀

É só uma pausa, acho que daqui umas semanas eu já estou de volta.

pause

Bjos!

Uma pequena pausa

chile

Queridos, até o dia 26 o blog não terá receitas novas porque esta pessoa que vos fala vai (finalmente!!!!) passear um pouco com o maridão em terras sul-americanas. Não deixei posts programados porque acho estranho o blog postar “sozinho”. Acho que vi Matrix demais na adolescência ou não aderi tanto à modernidade da blogosfera quanto pensava. Enfim.

Vou ali no Chile e já volto tá? Quando chegar, prometo fotos lindas e comidas incríveis, pode ser?

Bjos!

Um ânimo para mim e para você

Eu sei que, mais uma vez, dei uma sumida no blog.  Como viajei no carnaval, não podia ficar fazendo receitas que rendessem muito. Além disso, andei meio desanimada de aventurar coisas novas para mostrar à vocês, mesmo tendo comprado vários ingredientes novos. Estão na dispensa, olhando para mim com uma carinha triste.

Eis que recebo um comentário do leitor Ricardo Landim, de Santa Rita de Sapucaí (aqui de Minas). Ele fez a receita de pão de hambúrguer e comentou todo feliz que tinha dado super certo. Ele disse que nunca tinha achado uma receita com fotos do processo e todas que havia tentado não tinha ficado boas. A receita é essa ó: pão de hambúrguer em 10 passos.

Olha as fotos que ele fez galera:

hamburguer_com_gema

hamburguer_resultado

Ficaram lindos né? Ele também tentou a receita desse pão substituindo 100g de farinha de trigo por 50g de fubá e acrescentou erva doce. Ah, e ele não usou o melhorador hein? Olha só:

milho_pronto

Além desse pão, ele já tentou vários outras receitas como a esfirra do Habib’s e o pão de três queijos do Subway.

Fiquei tão feliz com o feedback dele que queria mostrar para vocês. Isso me deu um gás porque ando meio desanimada e isso reflete diretamente na cozinha (isso ninguém duvida né). Quem sabe semana que vem eu trago para vocês uma super novidade, mas vou esperar para contar 🙂

Obrigada pela resposta e pelas fotos Ricardo!

Uma frustração: pão de forma da Palmirinha

pao de forma Palmirinha

Eu tenho uma certa dificuldade em aceitar erros no que se diz à minha comida. Fico extremamente frustrada quando uma receita não sai do jeito que eu quero ou quando simplesmente sai errado (afinal de contas, minha experiência culinária não é tão vasta). Mas acho que isso não é só comigo certo?

Já disse que gosto da fofura do programa da Palmirinha, mas são raras as receitas que faço dela. Sempre são coisas que eu aprendi da minha avó, por isso preferi ligar para ela e, além de dar uma alô para Dona Celeste, ela me explica a receita na maior paciência.

Mesmo contra meu instinto e contra algumas regras que aprendi no curso de pães, resolvi testar essa pão que vi na Palmirinha. Talvez vocês já tenham visto. Não acho que o pão em si é ruim, mas acho que os cálculos do ingredientes COM CERTEZA estavam errados. Vou colocar a receita e as minhas correções em vermelho para torná-la mais correta. Vou esperar minha raiva passar e daqui uns dias eu tento novamente.

Ingredientes:

1 xícara de leite morno

2 ovos

1/2 xícara de óleo

3 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (café) de sal

2 tabletes de fermento para pão Usar somente 1 tablete

3 xícaras de farinha de trigo Usar 3 1/2

Bater no liquidificador o leite, os ovos, o óleo, o açúcar, o sal e o fermento.Eu prefiro misturar à mão, porque quando batemos o fermento no liquidificador ele perde um pouco da eficácia. Despeje a mistura em uma vasilha e acrescente a farinha aos poucos, misturando bem. A massa fica bem mole. A Palmirinha despejou em uma forma para pão de forma – depois só no site que vi em duas formas (veja AQUI). Coloquei em uma forma só e adivinha? O pão cresceu demais (por causa da quantidade irreal de fermento) e foi despejando pros lados, sujando tudo. Mesmo assim, resolvi assar. O pão até que ficou bonito, mas ficou com um gosto forte de fermento terrível. Além disso, ficou “aerado” demais, quase impossível de cortar porque ficava desmanchando na mão. Foi um custo cortar direito para fazer a foto do post!

Vou achar uma receita boa de pão de forma para vocês e posto daqui uns dias viu?

Cinnamon Rolls


cinnamon rolls 3O nome desse pão não tem uma tradução aqui no Brasil, mas literalmente significa “enrolados de canela”. Atualmente é um dos meus pães preferidos, mas o problema é a quantidade de manteiga que leva no total da receita – 200g. Faz no dia que for enfiar o pé na jaca, como eu fiz.

Achei a receita aqui.

Ingredientes para a massa:

3/4 xícara de leite integral

30g (2 tabletes) de fermento fresco para pão OU um envelope de fermento seco para pão (10g)

3 ovos grandes

4 1/4 xícaras de farinha de trigo

1/2 xícara de amido de milho

1/2 xícara de açúcar

1 1/2 colher (chá) de sal

150g de manteiga, de preferência sem sal

Misture o leite morno com os tabletes de fermento. Acrescente uma das xícaras de farinha de trigo e duas colheres (sopa) de açúcar e misture bem. Vai virar uma “meleca” que chamamos de esponja, que é para deixar a massa bem fofinha depois. Deixe essa mistura descansar por 30 minutos em um local abafado (forno desligado, por exemplo).

Misture o restante da farinha e do açúcar com o amido de milho e o sal. Acrescente os ovos (batidos) e vá misturando. Acrescente a esponja e a manteiga em temperatura ambiente e continue misturando. Eu fiz esse processo na batedeira planetária, que fica bem mais fácil. Depois sovei um pouco na mão para garantir que a massa estava no ponto que eu queria. Faça uma bola, coloque em uma vasilha, tampe com filme plástico e deixe crescer por duas horas ou até dobrar de volume.

Ingrediente para o recheio:

1 1/2 xícara de açúcar mascavo

1 1/2 colher (sopa) de canela

1 colher (café) bem rasa de sal

50g de manteiga

Nozes a gosto (usei 100g)

Misture o açúcar com a canela, sal e as nozes e reserve. A manteiga deve ficar em temperatura ambiente.

Montagem:

Depois de a massa crescer, estique-a fazendo um quadrado usando um rolo. Não deve ser de espessura nem muito fina nem grossa – para ficar na espessura que queria usei minha bancada toda, hehehe. Depois de esticada espalhe a manteiga do recheio por toda a superfície da massa e polvilhe a mistura de açúcar mascavo por cima.

cinnamon rolls 1

Enrole como rocambole. Corte em oito pedaços iguais e disponha-os em um tabuleiro redondo untado e enfarinhado. Tampe com filme plástico e deixe crescer por uns 40 minutos. Lembre-se de deixar espaço entre os rolos porque eles ainda vão crescer bastante:

cinnamon rolls 2

Asse em forno pré-aquecido em 180ºC até corar (no meu foi menos de 40 minutos).

cinnamon rolls 4

O pão é super fofinho e o açúcar mascavo é o complemento perfeito.  As gordices podiam ser menos gostosas né… A manteiga não fez nem escala, foi direto pro pneu que vou gastar na academia amanhã 😉

Escrevendo Abobrinhas no jornal O Tempo

Alguns dias atrás a repórter Aline Gonçalves do jornal O Tempo, aqui de Belo Horizonte, me procurou para fazer uma entrevista comigo.  A matéria é sobre blogs de culinária e foi publicada dia 23 do mês passado, mas foi só hoje que eu vi.

Eu estou lá no finalzinho…

imagem
Todo mundo é capaz de lembrar daquele caderno de receitas, meio velho, meio aconchegante, ao qual a avó, a tia ou a mãe volta e meia recorria pra se lembrar de um prato ou pra anotar uma novidade. Ainda que essa prática felizmente ainda venha sendo preservada por algumas pessoas, é cada vez mais comum que uma outra muito similar, mas também com vários aspectos diferentes, ganha adeptos: a dos blogs de receitas. A semelhança entre o tradicional caderno é obvia: os dois tratam do registro da história culinária de famílias. A grande diferença, no entanto, é que agora esses pratos são partilhados com pessoas que vão muito além dos vizinhos e parentes, por gente que jamais imaginou ficar conhecida pelo trabalho na cozinha. “Eu comecei sem muita pretensão, queria registrar as receitas que inventava para conseguir reproduzi-las depois, já que eu nunca anotava nada”, conta a psicóloga por formação Tatiana Romano. O blog dela, o Panelaterapia criado em 2009, é hoje referência na área e alcança a marca de 1,2 milhão de visualizações de páginas por mês.

Tatiana, que nunca fez um curso de gastronomia, conta que seu interesse pela cozinha começou na adolescência, quando criava versões para o tradicional macarrão instantâneo. Porém, quando percebeu que o número de acessos ao blog crescia exponencialmente, resolveu investir. “Estudei sobre mídias digitais, fotografia, comprei equipamentos melhores: busco ser merecedora do sucesso que o Panelaterapia atingiu”, diz.

Ao enumerar esses aspectos, Tatiana observa que a questão da apresentação dos pratos influencia diretamente no sucesso da receita assim como a estratégia de escolha do que coloca no blog (ela evita, por exemplo, incluir receitas parecidas em sequência). Recentemente, o alcance das redes sociais mudou a relação com os leitores, já que há mais possibilidades, segundo ela, para conversar e responder dúvidas.

As estratégias que Tatiana utiliza não diferem daquelas de quem começou a bem menos tempo a comandar blogs de culinária, como as do casal Lígia Marcondes e Gladstone Campos. Ele, fotógrafo profissional há mais de 30 anos, reforça exatamente a questão da imagem para o sucesso e conta que seu trabalho na área de gastronomia, em revistas como a “Gula”, foi um dos incentivos para montar o Entre Pratos e Copos” há menos de um ano

“Antes de ir pra ‘Gula’, nunca tinha fotografado comida, mas comecei a me dedicar, estudar e entendi o processo. Há seis anos, conheci a minha atual esposa que gosta muito de cozinhar. Ela tem formação em história e trabalhava com designer de interiores. Há uns dois anos, Lígia quebrou o braço e resolveu passar todas as receitas para o computador, porque não conseguia desenhar”, conta ele. Como as fotos dessas receitas já estavam em mãos, os dois fizeram um livro, mas perceberam que seria muito caro editá-lo e comercializá-lo. Foi então que surgiu a ideia do blog. “Ter um blog é muito prático e barato. Hoje, temos posts
com mais de 5.000 acessos num dia”, revela Gladstone.

O sucesso imediato levou a cozinheira da dupla a se enveredar por uma área que ela nunca dominou: a dos doces, para atender aos pedidos que chegam, principalmente, via Facebook. “Eu faço o que tenho vontade, mas o blog tem uma sequência com entradas, pratos principais e sobremesas. Como eu não como doces, nunca fui de fazer nada especial até porque doce exige precisão. Agora, com a prática, estou ficando dez”, se diverte. Os doces, na visão de Gladstone, também têm um apelo visual maior. “Nosso campeão de acessos é uma mousse. Qualquer coisa com chocolate ‘bomba”, diz.

Para conseguir uma concretização maior do blog, Lígia também revela que procura fazer cursos com chefs e conta outro ponto fundamental: “O importante do blog é alimentá-lo sistematicamente; não pode pensar ‘ah, vou viajar, depois atualizo”.

Autora do blog Escrevendo Abobrinhas, a mineira Manoela Vianna também aponta a importância de atualização periódica e de buscar conhecimento para não perder o público. “Recentemente fiz um curso de pães, roscas e biscoitos porque senti a necessidade de profissionalizar mais o blog. Pretendo fazer outros ano que vem”, diz.

Para ela, é fundamental, ainda, apresentar receitas fácies e práticas, que condizem com o ritmo de vida atual. “Eu trabalho, fico muito tempo no trânsito, cuido da casa, do marido, lavo roupa. Como a maior parte dos meus leitores, quero algo que pode ser feito rápido e que seja gostoso”, explica.

No entanto, quando começou o blog, há pouco mais de um ano, sua preocupação maior era apenas resgatar as receitas que a mãe preparava e partilhá-las com as amigas. “Elas viviam me pedindo as receitas da minha mãe para fazer em casa, como surpresa para os maridos. Achei mais fácil fazer um blog para que elas pudessem ver os ingredientes e o modo de preparo”, conta.

A matéria você encontra  AQUI.

Pão de batata

Esse foi um dos pães mais fofinhos que já experimentei. A receita, claro, foi do querido curso de pães… Fiz para lanche com uns amigos e cada uma das lindas bolinhas fofinhas sumiu em menos de 30 minutos.

Ingredientes:

500g de batata cozida e amassada

2 ovos

50ml de óleo

20g de açúcar refinado

10g de sal

15g de fermento biológico fresco para pão

500g de farinha de trigo

Depois de cozinhar e amassar as batatas (como se fosse para purê), deixe-as esfriar por alguns minutos. Quando estiverem mornas, quase frias, acrescente os ovos, o açúcar, o sal e o óleo. Misture bem com uma colher de pau. Acrescente o fermento e misture novamente. Acrescente a farinha aos poucos e vá misturando. Quando ficar difícil de misturar com uma colher, despeje em uma bancada de comece a sovar. Eu não usei a farinha toda e sovei bastante até a massa ficar lisa. Pode ser um pouco mole, assim o pão fica bem fofinho. Divida a massa em pedaços de 40g (usando uma balança) e boleie-os (veja como aqui). Disponha-os em um tabuleiro grande untado e enfarinhado, tampe com um filme plástico e deixe crescer até dobrarem de tamanho.

*Se você quer que eles cresçam mais rápido, coloque o tabuleiro dentro do forno desligado e coloque uma vasilha com água morna na prateleira de baixo.*

Asse em forno pré-aquecido em 180C por 25  minutos ou até corarem por cima.

Doughnuts assados

Precisa falar mais? Na minha onda de fazer pães, tive o desejo (gente, não é de grávida não ta?) de fazer doughnuts assados. Eu gosto mesmo é dos fritos, mas não queria que minha casa ficasse com cheiro de pastelaria já que não tenho exaustor. Fuçei, fuçei, fuçei e achei essa receita. Ta ai, traduzida para vocês e para meu querido estômago que ficou empanturrado de leite gelado e lindos doughnuts quentinhos…

Ingredientes:

1 1/3 xícara de leite integral morno

1 pacote de fermento biológico seco para pães

2 colheres (sopa) bem cheias de manteiga

2/3 xícara de açúcar

2 ovos

5 xícaras de farinha de trigo

Noz moscada moída na hora a gosto

1 colher (café) de sal

Misture o fermento em 1/3 do leite morno em uma vasilha e reserve. Lembre-se que o leite não pode estar muito quente se não “mata” o fermento.  Em outra vasilha grande misture a manteiga, o restante do leite morno e o açúcar, até que açúcar derreta por completo. Misture o fermento derretido nessa mistura. Acrescente os ovos, a noz moscada e o sal. Depois de bem misturado, acrescente a farinha aos poucos. Quando ficar difícil de misturar com a colher, despeje em uma bancada para sovar. Eu não precisei usar as cinco xícaras de farinha de trigo, porque a massa ficou boa com apenas quatro. A massa deve ficar bem mole, mas desgrudando dos dedos.

A receita do site é feita na batedeira – como a minha é mais velha (ganhei de herança da sogra) preferi não arriscar e sovar na mão mesmo.

Depois de sovar, coloque a massa em uma vasilha, tampe com filme plástico e deixe crescer por uma hora ou até dobrar de volume.

Depois disso, despeje a massa novamente na bancada e estique com um rolo. Como minha bancada é pequena, tive que fazer várias vezes. Estique a massa e corte em círculos com um cortador ou, como eu, improvise com uma tampa. Depois corte o centro com um cortador bem menor ou um copo de doses (como eu, hehehe). Coloque os doughnuts nas costas de tabuleiros (ou em tabuleiros de pizza, com a borda baixa), cubra com toalhas limpinhas  e deixe descansar novamente por alguns minutos.

Depois é só assar em forno pré aquecido em 180ºC por 8 minutos. Eles não precisam corar, podem ficar branquinhos mesmo.

Montagem:

50g de manteiga derretida

Canela e açúcar refinado peneirados

Ainda quentes, mergulhe os doughnuts na manteiga derretida e depois no açúcar com canela. Eu deixei alguns sem açúcar, para poder comer com queijo.

Pode isso Arnaldo?

Rosca de leite condensado

Ahhh, a rosca de leite condensado! Essa foi uma das gratas surpresas do curso de pães. Não pensei que um dia ia fazer um pão tão fofinho e saboroso! Para ser sincera, é um dos mais difíceis de fazer porque o sovar é uma tortura – a massa é extremamente mole e dá um trabalhão.

Mas quando deu aquele cheirinho na cozinha…

Ingredientes:

600g de farinha de trigo

40g de margarina

10g de sal

50g de açúcar

30g de fermento biológico fresco ou 10g do seco (1 pacote)

50ml de água

4 ovos

175ml de leite integral

1/2 lata de leite condensado

Misturar primeiro todos os ingredientes secos: METADE da farinha, açúcar, sal, fermento. Acrescente os líquidos aos poucos, misturando com uma colher. Acrescente o restante da farinha aos poucos, até ficar difícil de misturar a colher. Despeje em uma bancada e sove.

Essa é a parte chata.

A massa tem que ser bem mole, o que a torna muito difícil de sovar. Mas não desista. Mesmo grudando nas mãos, pode sovar por uns bons 10 minutos. Mesmo com a farinha acabando, você pode acrescentar uma colher de sobremesa de farinha por vez para ficar mais fácil de sovar. Mas não acrescente mais do que umas cinco colheres, para não deixar sua massa seca e dura. Usar uma espátula para descolar a massa da bancada me ajudou muito.  Depois de sovar bastante (veja como sovar AQUI)  divida a massa em duas partes. Em cada parte, divida novamente em três. Estique cada terço da massa até virar uma cobra. Depois, com as três tiras, faça uma trança. Coloque cada trança em um fôrma de bolo inglês untada e enfarinhada e tampe com um filme plástico. Deixe descansar por uma hora ou até dobrar de volume.

Depois é só assar em forno pré-aquecido em 180ºC por 20 minutos ou até a rosca estiver bem crescida e corada. Olha que coisa mais linda:

Gente, acredita em mim, a melhor que comi viu? Não é falsa modéstia não. Eu até deletei um antigo post que fiz de uma receita de rosca de leite condensado que nem ficou aos pés dessa!

Pão sírio caseiro

Engatei a primeira e estou a todo vapor na fabricação de pães aqui em casa. Depois de uma tentativa frustrada,  não teve espaço para errar de novo. Esse pão sírio é a coisa mais linda do mundo para servir para vistas. Ele fica em um tamanho ótimo para comer com um patê. Mesmo com várias etapas, achei essa massa a mais fácil de ser sovada.

Sei que de fato este NÃO é um pão sírio porque tem fermento, mas esses pães ficam iguais aqueles pães sírios de supermercado, os menorzinhos.

Ingredientes:

500g de farinha de trigo

10g de sal (ou uma colher de sopa rasa)

20g de fermento biológico fresco ou mais ou menos 8g de fermento biológico seco

25g de açúcar

300ml de água em temperatura ambiente

40g de manteiga (em consistência tipo pomada)

Primeiro misture quase toda a farinha, o sal, o fermento e o açúcar. Não coloque a farinha toda porque não sabemos se vai precisar de tudo – tem farinhas que absorvem mais água e outras menos. Acrescente a água aos poucos e a manteiga, misturando com uma colher. Quando começar a ficar difícil de misturar, despeje em um bancada e sove a massa até ela ficar lisa (veja como sovar massa -> aqui).  Essa é uma massa mais suave e, por isso, não precisa sovar tanto.

Coloque a massa em uma vasilha, tampe com um papel filme e deixe descansar por 30 minutos. Depois corte a massa em pedaços de 30g (use a balança para deixá-los iguais) e boleie os pedaços  (veja como -> aqui). Disponha-os na bancada mesmo (que deve ser untada com óleo), tampe-os com papel filme e deixe crescer por mais 30 minutos.

Depois de crescidos, hora do modelar. Espalhe bastante farinha na bancada e passe a bolinha nessa farinha. Com o rolo de massa estique a bolinha apenas usando o peso do rolo, formando um disco. Disponha-os em um tabuleiro de pizza, de borda bem baixa. Isso é importante para que os pães assem por igual. Se você não tiver um de pizza, use um tabuleiro ao contrário e coloque os discos em cima.

Coloque para assar em um forno pré-aquecido em 200ºC por mais ou menos 10 minutos. Os pães não vão corar, eles devem ficar branquinhos mesmo. Infelizmente eu distraí por dois minutos e eles coraram no fundo.

Depois de assado coloque os discos AINDA QUENTES dentro de um saco plástico. Isso é imprescindível para que o pão não vire uma pedra. Deixe-os esfriar dentro dos saquinhos mesmo.

Olha só que lindinhos que ficaram! E a fofura?

O patê que usei vem em um próximo post 🙂

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