Ta faltando dar uma satisfação…

Pelo que vocês estão vendo, há muitos dias que eu não posto no blog. Essas últimas semanas tem sido uma loucura e minha rotina mudou completamente – não só por causa do  novo emprego.

Daqui uns dias eu posso explicar tudo com detalhes, mas envolve mudar de apartamento e otras cositas más. Quem viver verá! 😀

É só uma pausa, acho que daqui umas semanas eu já estou de volta.

pause

Bjos!

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Mousse de milho verde com coco e muito mineirês

mousse

Ovo é trem. Mesa é trem. Tênis é trem. Até carro é trem!! Como é que esse povo se entende aqui em Minas hein?! Esses dias fui convidada por alguns blogueiros para participar de uma postagem coletiva de Festa Junina. Só tem eu de Minas e na minha inocência achei que todo mundo fosse entender o que é estar “agarrada”. Achei que fosse universal, como o “arreda” (para quem não entendeu, estar agarrada é ter muita coisa para fazer e não conseguir fazer tudo na hora e o tal do arreda é só “chega para lá para eu sentar”).

E se você pensa que o “uai” é só um esteriótipo, está enganado. Eu devo falar uns 30 uais por dia, sem perceber. Fazer o que né? Mas nada é mais brasileiro  que a tal da Festa Junina 😀 Por isso, aqui vão os blogs, espalhados de norte a sul, com as receitas lindas de Festa Junina para vocês. Aproveitem!

Adoro Comer – Brigadeiro de Milho Crocante

Comida do Dia – Arroz Doce

Conversando e Cozinhando – Pipoca Doce com Chocolate

Culinarístico – Bolo Cremoso de Batata Doce

Pitaco Gastronômico – Quentão

Cozinha em Cena – Broa de milho

A minha receita não podia ser mais mineira. Rodei mas não consegui achar uma que me agradasse – resolvi adaptar o mingau para mousse, na minha intuição mesmo.  A principal diferença do mingau para mousse é que o último é mais cremoso, o que me agradou muito mais… Só não usei claras em neve porque fiquei com preguiça de pasteurizá-las e usá-las cru não é muito recomendado.

Ingredientes:

9 espigas de milho

1,5 litro de leite integral

1 lata de leite condesando

1 lata de creme de leite (com soro)

100g de coco ralado, úmido e adoçado

Uma pitada bem grande de sal

Açúcar a gosto

Canela a gosto

Tire a palha e aqueles cabelinhos do milho, lavando bem em água corrente. Corte o milho das espigas com uma faca bem afiada, tomando cuidado para não cortar muito fundo e pegar pedaços da espiga. Bata o milho com o leite no liquidificador até virar um suco grosso.  Passe esse suco por uma peneira, para tirar todo o bagaço do milho. Lembre de espremer bem para retirar todo o líquido. Jogue fora o sumo do milho que ficou peneira.

Em um panela alta, acrescente o líquido de milho,  o leite condensado e ligue o fogo baixo. Depois de alguns minutos misturando, vai começar a engrossar. Nesse ponto experimente de açúcar e acrescente o tanto que desejar (eu coloquei um copo americano). Por último, coloque a pitada de sal (indispensável pois realça o sabor – fez uma super diferença). Faça isso nunca parando de misturar.

Deixe ferver por 5 minutos sempre misturando muito, se não vai dar uns carocinhos. Quando chegar em um ponto que você deseja (eu gosto mais denso) desligue o fogo e continue misturando até esfriar um pouco. Acrescente o creme de leite, o coco e misture bem. Despeje em vasilhas individuais ainda quente e polvilhe com canela.

mousse 3

**Para fazer a bandeirinha eu cortei um molde de papel e polvilhei a canela por cima. Não ficou uma graça?

mousse 2

Uma pequena pausa

chile

Queridos, até o dia 26 o blog não terá receitas novas porque esta pessoa que vos fala vai (finalmente!!!!) passear um pouco com o maridão em terras sul-americanas. Não deixei posts programados porque acho estranho o blog postar “sozinho”. Acho que vi Matrix demais na adolescência ou não aderi tanto à modernidade da blogosfera quanto pensava. Enfim.

Vou ali no Chile e já volto tá? Quando chegar, prometo fotos lindas e comidas incríveis, pode ser?

Bjos!

Cupcake de baunilha com limão e merengue italiano

cupcake limaoO meu principal problema com cupcakes é relacionado à coberturas. Bem, na verdade com os bicos de confeitar. Não consigo acertar nenhum ponto de cobertura que fique perfeito quando passa pelo bico (isso é claro se deve à falta de prática neam?). Mas quando eu fiz o merengue italiano e ele deu certo, passando elo bico e ficando exatamente no mesmo lugar, dei pulos de alegria. Aquela espuma branca olhou para mim, eu olhei para ela e só lembrei daquelas tortas de limão lindas, com aquele lemon curd maravilhoso.

Ingredientes:

12 bolinhos de baunilha (pode usar a receita que quiser, eu gosto dessa) + uma receita de lemon curd ou creme de limão siciliano (rodei, rodei, rodei e acabei usando também a receita do Cupcakeando aqui. Nào gostei muito da receita do Joy of Baking dessa vez)

Recheie os cupcakes com o creme de limão e reserve.

Ingredientes do merengue italiano (aprendi no curso de Cupcakes da loja Maria Chocolate):

250g de açúcar refinado

100ml de água

3 claras (ou 90g)

Ferver a água com o açúcar (sem misturar) até dar um ponto de bala firme. Esse ponto é quando você levanta a colher e o fio demora a escorrer. Foi a primeira vez que eu fiz e acertei o ponto de primeira, não é muito difícil. Se preferir, coloque um pote de água do lado da panela. Despeje um pouco da calda nesse pote para esfriar. Pegue com as pontas do dedos e veja se gruda bem entre os dedos. Se sim, está no ponto.

Enquando isso, bata as claras em neve com o ponto bem firme. Despeje a calda de açúcar ainda quente aos poucos nas claras em neve com a batedeira no máximo. Depois que despejar a calda toda deixe bater até que a vasilha da batedeira esfrie. Quando isso acontecer, o merengue está pronto. Decore os cucpakes como quiser.

cupcake limao 2

Sal saborizado com cebola

sal saborizado

Já disse que uma das melhores coisas de se ter um blog de culinária é o tanto de gente que me aparece com dicas para eu publicar.  Quem sabe, no fundo, toda cozinheira tem o sonho de espalhar pelo mundo todos os segredos que tornam cozinhar tão, mas tão prazeroso. Eu vejo em muitas blogueiras o real desejo de compartilhar uma informação que achou, que alguém disse, que leu na revistinha de banca, que o cachorro latiu.  E por ai vou me aprimorando, juntando pedacinhos de dicas e receitas graças a uma das melhores invenções do mundo moderno: o blog! 🙂

Essa dica veio da minha querida Tia Ieda.

Ingredientes:

Aprox. 100g de sal grosso

Cascas de quatro cebolas

Durante a semana, guarde as cascas das cebolas que for usando. Aquelas bem finas e marrons que protegem a cebola. Coloque em um tabuleiro e deixe no forno quente por alguns minutos. Pode ser aquele forno que você acabou de assar um bolo, por exemplo – é só para deixar a casca bem quebradiça e seca. Deixe esfriar, coloque no liquidificador e acrescente 50g de sal grosso. Bata com o pulsar até o sal ficar bem fino e as cascas começarem a desmanchar. Acrescente mais 50g e bata no pulsar novamente. Faça isso até que o sal esteja completamente fino e que as cascas estejam com pedaços bem pequenos. A quantidade de sal vai variar se você gosta muito ou pouco gosto de cebola.

Esse sal é ótimo para temperar arroz, feijão, sopas, carnes…  As casquinhas somem na hora que você usa e deixa um aroma super gostoso! É muito bom também para fazer temperos para saladas.

Escrevendo Abobrinhas no jornal O Tempo

Alguns dias atrás a repórter Aline Gonçalves do jornal O Tempo, aqui de Belo Horizonte, me procurou para fazer uma entrevista comigo.  A matéria é sobre blogs de culinária e foi publicada dia 23 do mês passado, mas foi só hoje que eu vi.

Eu estou lá no finalzinho…

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Todo mundo é capaz de lembrar daquele caderno de receitas, meio velho, meio aconchegante, ao qual a avó, a tia ou a mãe volta e meia recorria pra se lembrar de um prato ou pra anotar uma novidade. Ainda que essa prática felizmente ainda venha sendo preservada por algumas pessoas, é cada vez mais comum que uma outra muito similar, mas também com vários aspectos diferentes, ganha adeptos: a dos blogs de receitas. A semelhança entre o tradicional caderno é obvia: os dois tratam do registro da história culinária de famílias. A grande diferença, no entanto, é que agora esses pratos são partilhados com pessoas que vão muito além dos vizinhos e parentes, por gente que jamais imaginou ficar conhecida pelo trabalho na cozinha. “Eu comecei sem muita pretensão, queria registrar as receitas que inventava para conseguir reproduzi-las depois, já que eu nunca anotava nada”, conta a psicóloga por formação Tatiana Romano. O blog dela, o Panelaterapia criado em 2009, é hoje referência na área e alcança a marca de 1,2 milhão de visualizações de páginas por mês.

Tatiana, que nunca fez um curso de gastronomia, conta que seu interesse pela cozinha começou na adolescência, quando criava versões para o tradicional macarrão instantâneo. Porém, quando percebeu que o número de acessos ao blog crescia exponencialmente, resolveu investir. “Estudei sobre mídias digitais, fotografia, comprei equipamentos melhores: busco ser merecedora do sucesso que o Panelaterapia atingiu”, diz.

Ao enumerar esses aspectos, Tatiana observa que a questão da apresentação dos pratos influencia diretamente no sucesso da receita assim como a estratégia de escolha do que coloca no blog (ela evita, por exemplo, incluir receitas parecidas em sequência). Recentemente, o alcance das redes sociais mudou a relação com os leitores, já que há mais possibilidades, segundo ela, para conversar e responder dúvidas.

As estratégias que Tatiana utiliza não diferem daquelas de quem começou a bem menos tempo a comandar blogs de culinária, como as do casal Lígia Marcondes e Gladstone Campos. Ele, fotógrafo profissional há mais de 30 anos, reforça exatamente a questão da imagem para o sucesso e conta que seu trabalho na área de gastronomia, em revistas como a “Gula”, foi um dos incentivos para montar o Entre Pratos e Copos” há menos de um ano

“Antes de ir pra ‘Gula’, nunca tinha fotografado comida, mas comecei a me dedicar, estudar e entendi o processo. Há seis anos, conheci a minha atual esposa que gosta muito de cozinhar. Ela tem formação em história e trabalhava com designer de interiores. Há uns dois anos, Lígia quebrou o braço e resolveu passar todas as receitas para o computador, porque não conseguia desenhar”, conta ele. Como as fotos dessas receitas já estavam em mãos, os dois fizeram um livro, mas perceberam que seria muito caro editá-lo e comercializá-lo. Foi então que surgiu a ideia do blog. “Ter um blog é muito prático e barato. Hoje, temos posts
com mais de 5.000 acessos num dia”, revela Gladstone.

O sucesso imediato levou a cozinheira da dupla a se enveredar por uma área que ela nunca dominou: a dos doces, para atender aos pedidos que chegam, principalmente, via Facebook. “Eu faço o que tenho vontade, mas o blog tem uma sequência com entradas, pratos principais e sobremesas. Como eu não como doces, nunca fui de fazer nada especial até porque doce exige precisão. Agora, com a prática, estou ficando dez”, se diverte. Os doces, na visão de Gladstone, também têm um apelo visual maior. “Nosso campeão de acessos é uma mousse. Qualquer coisa com chocolate ‘bomba”, diz.

Para conseguir uma concretização maior do blog, Lígia também revela que procura fazer cursos com chefs e conta outro ponto fundamental: “O importante do blog é alimentá-lo sistematicamente; não pode pensar ‘ah, vou viajar, depois atualizo”.

Autora do blog Escrevendo Abobrinhas, a mineira Manoela Vianna também aponta a importância de atualização periódica e de buscar conhecimento para não perder o público. “Recentemente fiz um curso de pães, roscas e biscoitos porque senti a necessidade de profissionalizar mais o blog. Pretendo fazer outros ano que vem”, diz.

Para ela, é fundamental, ainda, apresentar receitas fácies e práticas, que condizem com o ritmo de vida atual. “Eu trabalho, fico muito tempo no trânsito, cuido da casa, do marido, lavo roupa. Como a maior parte dos meus leitores, quero algo que pode ser feito rápido e que seja gostoso”, explica.

No entanto, quando começou o blog, há pouco mais de um ano, sua preocupação maior era apenas resgatar as receitas que a mãe preparava e partilhá-las com as amigas. “Elas viviam me pedindo as receitas da minha mãe para fazer em casa, como surpresa para os maridos. Achei mais fácil fazer um blog para que elas pudessem ver os ingredientes e o modo de preparo”, conta.

A matéria você encontra  AQUI.

Mini madeleines de baunilha com coração de geleia

Depois de ter feito a geleia de jabuticaba (veja o post aqui) fiquei imaginando em que sobremesa poderia usá-la. O post também bombou (deu quase mil acessos) e por isso resolvi fazer um docinho com ela. Foi então que lembrei do livro que ganhei da Cooklovers de mini madeleines, que tinha uma receita com esse nome tão delicado: coração de geleia. Essa madeleine desmancha na boca e o gostinho de geleia é o toque final para uma sobremesa que acaba tão rápido…

Ingredientes:

2 ovos

150g de açúcar

125g de manteiga

2 colheres (sopa) de leite

1 colher (café) de extrato de baunilha

150g de farinha peneirada

1 colher (café) de fermento químico em pó

Geleia de jabuticaba (ou da fruta que você preferir)

Bata na batedeira os ovos com o açúcar até virar um creme branco. Acrescente a manteiga, o leite e a baunilha e deixe bater bem.  Acrescente a farinha aos poucos e adicione o fermento por último. Deixe a massa descansar por pelo menos 30 minutos da geladeira.

Para colocar a massa nas forminhas, preferi usar um saco de confeiteiro. Achei bem mais fácil de colocar do que com uma colher. Faça como você achar mais fácil. Coloque só um pouquinho de massa no fundo das forminhas, acrescente um pouquinho de geleia e tampe com mais massa. Lembre de não psssar muito da altura da forminha- a primeira fornada deu mais ou menos errado porque as mini madeleines viraram “madelãos” e ficaram feias. Na segunda eu já peguei o jeito e ficaram bem menores, do jeito que devia ser.

Do livro Mini Madeleines, que você encontra para comprar aqui.

Inspiração para o natal

Vou assumir que tenho  pavor de algumas decorações natalinas que vejo pelos shoppings e lojas aqui de Belo Horizonte. Ainda não consigo entender porque raios as pessoas gostam de Papai Noel e NEVE nas árvores de natal. Parece tudo tão deslocado, fora do contexto. Moramos em um país com tantas cores e culturas diferentes e maravilhosas que podemos usar.

Adoro as decorações com flores e muita, muita cor. Sem neve, sem duende, sem Papai Noel, sem renas… Aqui vão algumas fotos que me inspiraram para decorar a casa mês que vem.

Que tal luzes de natal com flores artificiais?

AQUI tem o passo a passo.

Adorei a ideia de uma ávore de natal de rolhas coloridas 🙂

E por último a minha preferida: árvore de frutas ! É super fácil de fazer.

E vocês, já tem ideias do que vão usar na decoração deste ano?

 

Fontes das fotos:

http://donadascoisinhas.blogspot.com.br

http://cultivandoelegancia.wordpress.com

http://dicasedicas.net

http://www.camilak.com.br

Nuggets de frango caseiro

Já falei que eu adorei assinar a revista Casa e Comida, da editora Globo. Toda vez que chega aqui em casa eu vou correndo ler pra procurar mais uma receitinha para testar. Essa edição é de aniversário e veio com seis receitas inéditas de superchefs. Os nuggets são do Benny Novak e só posso dizer uma coisa: sensacionais! Fáceis, gostosos e… naturebas 🙂

Ingredientes:

500g de peito de frango sem osso e sem pele

1 cebola média

Cebolinha a gosto

2 dentes de alho

1 ovo grande

Sal e pimenta do reino a gosto

Farinha de rosca para empanar

Coloque os ingredientes (menos a farinha de rosca) em um processador e bata até tudo virar uma pasta. Tempere com sal e pimenta.

 

Pegue um pouquinho da massa, mais ou menos uma colher de sopa, e modele nas mãos na forma de um croquete. Passe na farinha de rosca e disponha em um tabuleiro untado e enfarinhado. Coloque um fio de azeite por cima. Asse em forno pré-aquecido em 180C por 20 minutos. Vire todos de lado e asse por mais 20 minutos.

A receita oriiginal manda fritar, mas eu amei assado! Muuuuuito melhor que os comprados.

Mini madeleines de espinafre e uma nova parceria

Como contei para vocês no último post (aqui) meu estômago não nda colaborando muito. Por isso sumi esses dias. Infelizmente está cada dia pior e nos próximos dias vou fazer mais alguns exames para saber o que está acontecendo. O que me motivou a cozinhar hoje foi que recebi livros da parceira que fiz com a Confraria Cooklovers e não podia deixar de fazer pelo menos uma receitinha.

A Cooklovers me procurou alguns meses atrás e me sugeriu uma parceira que eu a-do-rei: todo mês eles vão me mandar dois livros da Editora Cooklovers para eu testar as receitas e colocar o que eu achei aqui no blog. Quer parceria melhor que essa? Se você quiser saber mais, entre no site da Cooklovers.

Um dos primeiros livros que recebi foi o de Mini Madeleines, que vem como um kit. Além do livro, tem duas formas de silicone para assar as madeleines.

Logo no começo vi essa receita com espinafre (que é uma das minhas verduras favoritas) e corri pra cozinha!

Ingredientes:

60g de espinafre (coloquei o dobro do que a receita pedia para ficar bem verdinho)

100g de farinha de trigo

2 ovos

3 colheres (café) de fermento

2 colheres (sopa) de azeite

20g de manteiga derretida

2 colheres (sopa) de parmesão ralado

4 colheres (sopa) de leite

Sal e pimenta do reino a gosto

Cozinhe o espinafre com duas colheres (sopa) de água e deixe esfriar. Em uma vasilha, bata com o mixer o espinafre já cozido com os ovos e o leite. Em outra vasilha misture o restante dos ingredientes e adicione a mistura do espinafre. Guarde a massa na geladeira por pelo menos 30 minutos.

*Usei uma dica da minha professora do meu curso de pães. O melhor fermento para esse tipo de receita é da marca Dr. Oetker. Esse fermento só é ativado com o calor e não por líquidos, como de outras marcas.

No livro explica que para as madeleines ficarem fofinhas, deve haver um choque de temperatura, por isso a massa deve descansar na geladeira. Pré aqueça o forno em 200C. Usando uma colher, coloque a massa nas forminhas. Coloque no forno e deixe assar por três a quatro minutos. Diminua a temperatura para 180C asse por mais cinco minutos. Fique atenta com o tempo de cozimento, pois ele varia dependendo do forno.

Gente, amei essa receita! A madeleine ficou fofinha e super saborora. Eu e meu marido comemos no almoço, mas você pode usar de aperitivo. A única dificuldade que tive foi na hora de colocar a massa nas forminhas – como é a primeira vez que faço, coloquei um pouco a mais que precisava e algumas não ficaram tão bonitas.

O livro é lindo, com fotos maravihosas e tem váááárias receitas de madeleines doces e salgadas que estou doida pra testar =) Super aprovado!  Você encontra o kit para comprar aqui.

Prometo que vou tentar cozinhar mais para vocês nos próximos dias ok? Me perdoem pelo sumiço.

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