Ta faltando dar uma satisfação…

Pelo que vocês estão vendo, há muitos dias que eu não posto no blog. Essas últimas semanas tem sido uma loucura e minha rotina mudou completamente – não só por causa do  novo emprego.

Daqui uns dias eu posso explicar tudo com detalhes, mas envolve mudar de apartamento e otras cositas más. Quem viver verá! 😀

É só uma pausa, acho que daqui umas semanas eu já estou de volta.

pause

Bjos!

Uma pequena pausa

chile

Queridos, até o dia 26 o blog não terá receitas novas porque esta pessoa que vos fala vai (finalmente!!!!) passear um pouco com o maridão em terras sul-americanas. Não deixei posts programados porque acho estranho o blog postar “sozinho”. Acho que vi Matrix demais na adolescência ou não aderi tanto à modernidade da blogosfera quanto pensava. Enfim.

Vou ali no Chile e já volto tá? Quando chegar, prometo fotos lindas e comidas incríveis, pode ser?

Bjos!

Receita de buraco quente mexicano

buraco quente

Uns dias atrás tava eu vendo “Homens Gourmet” e essa “receita” me chamou atenção. Não acho que seja propriamente uma receita, é mais uma dica, por isso fiquei cismada. Nunca tinha comido isso aqui nos botecos de BH – acho que talvez seja uma moda paulistana – e fiquei com muita vontade de comer porque sou APAIXONADA com pão com molho. Para mim, a melhor parte da macarronada é quando sobre molho no prata para eu rapar tudo com um pedaço de pão 🙂

Bom, ontem eu vi essa receita de Sloopy Joes (que é pão com carne moída em inglês) no blog Kitchen Meets Girl com uma pegada mexicana e lembrei do buraco quente. Bati o olho na receita e vi que era carne moída refogada com os mesmos ingredientes da salsa (receita -> aqui). Que pessoa gênia! Já fui para casa pensando na receita, uma vez que é bem diferente dos molhos tradicionais que fazemos por aqui. Logo, virou buraco quente mexicano!

Ingredientes:

500g de carne moída (usei patinho)

1 cebola picada

1 colher (café) cheia de tempero caseiro

2 pimentas dedo-de-moça picadas

1 colher (sopa) de cominho

1 colher (sopa) de coentro moído

240ml de caldo de carne (usei água mesmo)

240ml de extrato de tomate

1 colher (sopa) cheia de açúcar mascavo

2 colheres (sopa) de molho inglês

2 colheres (sopa) de vinagre branco

1 colher (sopa) de molho de pimenta

Óleo e sal a gosto

Refogue a cebola com o alho e um fio de óleo. Acrescente a pimenta, a carne moída e vá misturando até que a carne esteja bem cozida e sequinha. Acrescente o cominho e o coentro e refogue mais um pouco. Adicione o restante dos ingredientes e deixe em fogo baixo até ferver. Ajuste o sal.

Montagem:

Pães francês ou pães doce

Muçarela ralada

Faça um furo em uma das pontas do pão francês, retire o miolo e coloque um pouco de muçarela. Acrescente a carne bem quente.

Grão de bico crocante

grão de bicoJá falei pelo meu amor à revista Casa e Comida. Gostei tanto da revista que até assinei há uns meses e digo que não me arrependi! Geralmente todo mundo que assina revistas fica num dilema depois porque quer acabar com a assinatura e não consegue. O bom dessa é que agora você pode pagar por boleto, ou seja, a renovação não é automática. Não sei se outras revistas tem essa opção, mas adorei saber que se eu quiser cancelar não vou precisar convencer um atendente de telemarketing.

* Não que eu vá querer um dia cancelar a assinatura da Casa e Comida *

Essa receita eu achei não lembro em qual edição, mas guardei para testar e finalmente consegui lembrar de deixar o grão de bico de molho.

Ingredientes:

1/2 pacote de grão de bico deixado de molho de véspera em água

1 colher (sopa) de páprica picante

1 ramo de alecrim fresco

Sal e azeite a gosto (na receita é óleo de coco, mas eu não gosto)

Cozinhe o grão de bico em água até ficar em ponto al dente (o meu deixei somente 3 minutos na panela de pressão e fico no ponto certinho). Escorra a água e despeje tudo em uma vasilha. Coloque a páprica, o sal e o azeite e misture delicadamente, para que todas as bolinhas fiquem cobertas dos temperos. Despeje tudo em tabuleiro grande e coloque o ramo de alecrim. Asse em forno pré-aquecido em 220ºC por 40 minutos.

Amigos, eu gostei muito desse grão de bico, mas achei ele meio seco. Acho que é porque eu tenho um amor infinito por salada de grão de bico, com muita cebola e azeite =).

Pão de queijo (super fácil) da Marlene

Pão de queijo rustico (3)

Todas as pessoas que habitam em Minas Gerais, mineiros ou não,  sabem que o legítimo café daqui tem que ter como acompanhante obrigatório o pão de queijo. E claro que todo mundo tem uma receita diferente que diz ser a melhor de todas.

Se é a melhor de todas eu não sei, mas estou suspeitando que é a mais fácil que já fiz. No meu curso de pães fizemos três receitas diferentes, mas todas muito trabalhosas. Além de ter que escaldar o polvilho, tem que passar uma eternidade sovando aquela massa gosmenta.

Se você é como eu, louca por essa maravilha mineira mas não tá afim de gastar aquela micro barrinha de energia que sobrou no final do dia, essa receita é para você. Além de tudo, é uma delícia! Esquece os congelados colegue!

*Quem me deu a receita foi a Marlene, vizinha da minha mãe. Por isso o nome dela no título.*

Ingredientes (para duas pessoas):

Medida: copo de requeijão

1 copo de polvilho azedo

1 ovo

1 colher (sopa) de óleo

1 colher (chá) de sal

Leite até dar ponto (a minha usou menos de 1/2 copo)

1 copo de queijo minas padrão ralado

Misture todos os ingredientes menos o queijo, usando uma colher de pau. Se achar muito duro, acrescente mais leite. Acrescente o queijo só depois de misturar tudo muito bem, porque quanto mais você mistura o queijo, mais ele some. O ponto da massa é tipo uma massinha de modelar mais molenga. Você pode fazer as bolas com duas colheres ou enrolar como brigadeiro, tipo bolinha. Asse em forno pré-aquecido em 200ºc por 20 minutos ou até corarem por cima. Eu fiz duas receitas: uma eu só usei as colheres, que deixa ele com a aparência mais rústica (é a foto lá de cima). A outra eu fiz as bolinhas, só para ver como ficava:

Pão de queijo bolinha (2)

Só isso? Só. Eu adoro dois recheios meio incomuns, mas deliciosos: tomate fatiado temperado com orégano ou bastante mel.

Pão de queijo aberto

Garlic Philadelphia (patê de queijo com alho)

garlic philadelphiaMaridinho é viciado em qualquer patê que tem um alho no meio. Tirando o bafão horroroso que dá na gente, eu também gosto muito do sabor. Esse patê eu fiz para ele levar à casa dos amigos quando se juntaram para ver a pancadaria UFC – eu me dispensei do compromisso de macho e fiquei vendo O Vingador do Futuro com minhas lindas e gordas pipocas amanteigadas. Vamos à receita?

Ingredientes:

100g de cream cheese

3 dentes de alho bem picados

1 colher (sopa) de salsa picada

Azeite e sal a gosto

Em um frigideira, frite os alhos no azeite em fogo bem baixo para evitar de queimar. Quando estiverem prontos, deixe esfriar. Em uma vasilha, misture 2/3 dos alhos (o resto usei para enfeitar), o azeite que usei para fritá-los, a salsinha e um pouco de sal. Ajeite em uma vasilha pequena e finalize com um pouco do alho.

Se quiser mais suave, use somente um alho.

Receita tirada do super prático Entradinha para receber amigos, da Cooklovers.

post-patrocinado

Escrevendo Abobrinhas no jornal O Tempo

Alguns dias atrás a repórter Aline Gonçalves do jornal O Tempo, aqui de Belo Horizonte, me procurou para fazer uma entrevista comigo.  A matéria é sobre blogs de culinária e foi publicada dia 23 do mês passado, mas foi só hoje que eu vi.

Eu estou lá no finalzinho…

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Todo mundo é capaz de lembrar daquele caderno de receitas, meio velho, meio aconchegante, ao qual a avó, a tia ou a mãe volta e meia recorria pra se lembrar de um prato ou pra anotar uma novidade. Ainda que essa prática felizmente ainda venha sendo preservada por algumas pessoas, é cada vez mais comum que uma outra muito similar, mas também com vários aspectos diferentes, ganha adeptos: a dos blogs de receitas. A semelhança entre o tradicional caderno é obvia: os dois tratam do registro da história culinária de famílias. A grande diferença, no entanto, é que agora esses pratos são partilhados com pessoas que vão muito além dos vizinhos e parentes, por gente que jamais imaginou ficar conhecida pelo trabalho na cozinha. “Eu comecei sem muita pretensão, queria registrar as receitas que inventava para conseguir reproduzi-las depois, já que eu nunca anotava nada”, conta a psicóloga por formação Tatiana Romano. O blog dela, o Panelaterapia criado em 2009, é hoje referência na área e alcança a marca de 1,2 milhão de visualizações de páginas por mês.

Tatiana, que nunca fez um curso de gastronomia, conta que seu interesse pela cozinha começou na adolescência, quando criava versões para o tradicional macarrão instantâneo. Porém, quando percebeu que o número de acessos ao blog crescia exponencialmente, resolveu investir. “Estudei sobre mídias digitais, fotografia, comprei equipamentos melhores: busco ser merecedora do sucesso que o Panelaterapia atingiu”, diz.

Ao enumerar esses aspectos, Tatiana observa que a questão da apresentação dos pratos influencia diretamente no sucesso da receita assim como a estratégia de escolha do que coloca no blog (ela evita, por exemplo, incluir receitas parecidas em sequência). Recentemente, o alcance das redes sociais mudou a relação com os leitores, já que há mais possibilidades, segundo ela, para conversar e responder dúvidas.

As estratégias que Tatiana utiliza não diferem daquelas de quem começou a bem menos tempo a comandar blogs de culinária, como as do casal Lígia Marcondes e Gladstone Campos. Ele, fotógrafo profissional há mais de 30 anos, reforça exatamente a questão da imagem para o sucesso e conta que seu trabalho na área de gastronomia, em revistas como a “Gula”, foi um dos incentivos para montar o Entre Pratos e Copos” há menos de um ano

“Antes de ir pra ‘Gula’, nunca tinha fotografado comida, mas comecei a me dedicar, estudar e entendi o processo. Há seis anos, conheci a minha atual esposa que gosta muito de cozinhar. Ela tem formação em história e trabalhava com designer de interiores. Há uns dois anos, Lígia quebrou o braço e resolveu passar todas as receitas para o computador, porque não conseguia desenhar”, conta ele. Como as fotos dessas receitas já estavam em mãos, os dois fizeram um livro, mas perceberam que seria muito caro editá-lo e comercializá-lo. Foi então que surgiu a ideia do blog. “Ter um blog é muito prático e barato. Hoje, temos posts
com mais de 5.000 acessos num dia”, revela Gladstone.

O sucesso imediato levou a cozinheira da dupla a se enveredar por uma área que ela nunca dominou: a dos doces, para atender aos pedidos que chegam, principalmente, via Facebook. “Eu faço o que tenho vontade, mas o blog tem uma sequência com entradas, pratos principais e sobremesas. Como eu não como doces, nunca fui de fazer nada especial até porque doce exige precisão. Agora, com a prática, estou ficando dez”, se diverte. Os doces, na visão de Gladstone, também têm um apelo visual maior. “Nosso campeão de acessos é uma mousse. Qualquer coisa com chocolate ‘bomba”, diz.

Para conseguir uma concretização maior do blog, Lígia também revela que procura fazer cursos com chefs e conta outro ponto fundamental: “O importante do blog é alimentá-lo sistematicamente; não pode pensar ‘ah, vou viajar, depois atualizo”.

Autora do blog Escrevendo Abobrinhas, a mineira Manoela Vianna também aponta a importância de atualização periódica e de buscar conhecimento para não perder o público. “Recentemente fiz um curso de pães, roscas e biscoitos porque senti a necessidade de profissionalizar mais o blog. Pretendo fazer outros ano que vem”, diz.

Para ela, é fundamental, ainda, apresentar receitas fácies e práticas, que condizem com o ritmo de vida atual. “Eu trabalho, fico muito tempo no trânsito, cuido da casa, do marido, lavo roupa. Como a maior parte dos meus leitores, quero algo que pode ser feito rápido e que seja gostoso”, explica.

No entanto, quando começou o blog, há pouco mais de um ano, sua preocupação maior era apenas resgatar as receitas que a mãe preparava e partilhá-las com as amigas. “Elas viviam me pedindo as receitas da minha mãe para fazer em casa, como surpresa para os maridos. Achei mais fácil fazer um blog para que elas pudessem ver os ingredientes e o modo de preparo”, conta.

A matéria você encontra  AQUI.

Geleia de jabuticaba

Aqui pertinho de Belo Horizonte tem uma cidade chamada Sabará que todo ano tem um Festival de Jabuticaba que é super famoso. A cidade é conhecida como “terra da jabuticaba” e o festival é uma ótima oportunidade para os pequenos produtores divulgarem suas delícias com a fruta para todo o estado.  As jabuticabeiras ficam abarrotadas e todo mundo aproveita para inventar mil tipos de doces diferentes.

Chegou às minhas mãos, pela minha sogra, que alguém da família por esses lados de Sabará mandou, uma vasilha cheia de jabuticabas. Como o marido não gosta, não topei comer tudo sozinha. Pesquisei e achei essa receita de geleia, com um vídeo super fofo de uma quitandeira fazendo a geleia.

Ingredientes:

Jabuticaba

Açúcar

Água filtrada

Coloque as jabuticabas em uma panela grande e alta e, com as mãos, aperte todas até desmancharem. Acrescente água filtrada até cobrir tudo e acenda o fogo médio. Deixe ferver, sem precisar misturar, até que a água fique bem rosada. Escorra em uma peneira e meça a quantidade de líquido. Volte o líquido para a panela e acrescente açúcar na mesma quantidade do líquido (o meu deu 400 ml – coloquei açúcar até a medida de 400 ml e acrescentei na panela). Deixe essa mistura ferver – não precisa ficar misturando toda hora. O ponto certo é quando os pingos demoram a cair da colher.

Despeje esse líquido ainda quente em um vidro de geleia, tampe e deixe na geladeira por três dias.

Para quem ficou com dúvida,  na nova ortografia da língua portuguesa geleia não tem mais acento agudo: era gelÉia e agora é gelEia.

Nuggets de frango caseiro

Já falei que eu adorei assinar a revista Casa e Comida, da editora Globo. Toda vez que chega aqui em casa eu vou correndo ler pra procurar mais uma receitinha para testar. Essa edição é de aniversário e veio com seis receitas inéditas de superchefs. Os nuggets são do Benny Novak e só posso dizer uma coisa: sensacionais! Fáceis, gostosos e… naturebas 🙂

Ingredientes:

500g de peito de frango sem osso e sem pele

1 cebola média

Cebolinha a gosto

2 dentes de alho

1 ovo grande

Sal e pimenta do reino a gosto

Farinha de rosca para empanar

Coloque os ingredientes (menos a farinha de rosca) em um processador e bata até tudo virar uma pasta. Tempere com sal e pimenta.

 

Pegue um pouquinho da massa, mais ou menos uma colher de sopa, e modele nas mãos na forma de um croquete. Passe na farinha de rosca e disponha em um tabuleiro untado e enfarinhado. Coloque um fio de azeite por cima. Asse em forno pré-aquecido em 180C por 20 minutos. Vire todos de lado e asse por mais 20 minutos.

A receita oriiginal manda fritar, mas eu amei assado! Muuuuuito melhor que os comprados.

Mini madeleines de espinafre e uma nova parceria

Como contei para vocês no último post (aqui) meu estômago não nda colaborando muito. Por isso sumi esses dias. Infelizmente está cada dia pior e nos próximos dias vou fazer mais alguns exames para saber o que está acontecendo. O que me motivou a cozinhar hoje foi que recebi livros da parceira que fiz com a Confraria Cooklovers e não podia deixar de fazer pelo menos uma receitinha.

A Cooklovers me procurou alguns meses atrás e me sugeriu uma parceira que eu a-do-rei: todo mês eles vão me mandar dois livros da Editora Cooklovers para eu testar as receitas e colocar o que eu achei aqui no blog. Quer parceria melhor que essa? Se você quiser saber mais, entre no site da Cooklovers.

Um dos primeiros livros que recebi foi o de Mini Madeleines, que vem como um kit. Além do livro, tem duas formas de silicone para assar as madeleines.

Logo no começo vi essa receita com espinafre (que é uma das minhas verduras favoritas) e corri pra cozinha!

Ingredientes:

60g de espinafre (coloquei o dobro do que a receita pedia para ficar bem verdinho)

100g de farinha de trigo

2 ovos

3 colheres (café) de fermento

2 colheres (sopa) de azeite

20g de manteiga derretida

2 colheres (sopa) de parmesão ralado

4 colheres (sopa) de leite

Sal e pimenta do reino a gosto

Cozinhe o espinafre com duas colheres (sopa) de água e deixe esfriar. Em uma vasilha, bata com o mixer o espinafre já cozido com os ovos e o leite. Em outra vasilha misture o restante dos ingredientes e adicione a mistura do espinafre. Guarde a massa na geladeira por pelo menos 30 minutos.

*Usei uma dica da minha professora do meu curso de pães. O melhor fermento para esse tipo de receita é da marca Dr. Oetker. Esse fermento só é ativado com o calor e não por líquidos, como de outras marcas.

No livro explica que para as madeleines ficarem fofinhas, deve haver um choque de temperatura, por isso a massa deve descansar na geladeira. Pré aqueça o forno em 200C. Usando uma colher, coloque a massa nas forminhas. Coloque no forno e deixe assar por três a quatro minutos. Diminua a temperatura para 180C asse por mais cinco minutos. Fique atenta com o tempo de cozimento, pois ele varia dependendo do forno.

Gente, amei essa receita! A madeleine ficou fofinha e super saborora. Eu e meu marido comemos no almoço, mas você pode usar de aperitivo. A única dificuldade que tive foi na hora de colocar a massa nas forminhas – como é a primeira vez que faço, coloquei um pouco a mais que precisava e algumas não ficaram tão bonitas.

O livro é lindo, com fotos maravihosas e tem váááárias receitas de madeleines doces e salgadas que estou doida pra testar =) Super aprovado!  Você encontra o kit para comprar aqui.

Prometo que vou tentar cozinhar mais para vocês nos próximos dias ok? Me perdoem pelo sumiço.

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